Estão abertas as inscrições para a 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

terça-feira, 5 de junho de 2012

O Museu Exploratório de Ciências – Unicamp convoca estudantes e professores de todo o país a participarem da 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site até dia 10 de agosto.
A Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa única na área de ciências humanas em todo o Brasil. Em 2011, a Olimpíada contou com mais de 65 mil inscritos, com representantes de todos os estados do território nacional.
Composta por cinco fases online e uma presencial, a competição envolve professores de história e alunos do oitavo e nono anos do Ensino Fundamental e das séries do Ensino Médio em um trabalho coletivo de estudar não apenas o conteúdo das questões propostas, mas de desenvolver um olhar crítico para a história. Dessa forma, é valorizado o processo de aprendizagem e construção do conhecimento. O contato direto com documentos históricos permite aos participantes trabalharem como historiadores, à medida que processam as informações exigidas nas respostas das questões em cada fase.
Este ano, a primeira fase terá início em 20 de agosto e a fase final presencial acontecerá nos dias 20 e 21 de outubro, na Universidade Estadual de Campinas.
O Museu Exploratório de Ciências custeará as passagens de avião de 37 equipes para participarem da final, selecionadas de acordo com sua pontuação nas fases online. Serão selecionadas: para cada estado da federação, a equipe com maior pontuação; a equipe de escola pública com maior pontuação em cada uma das cinco regiões do país (norte, nordeste, sudeste, sul e centro-oeste) e as cinco equipes de escola pública com maior pontuação, independente da região.
Os professores responsáveis por essas equipes serão convidados a permanecer na Unicamp para realizar um curso de capacitação de uma semana, com custos de hospedagem cobertos também pelo Museu, após a final da Olimpíada.
A Olimpíada premiará escolas, alunos e professores, com 60 medalhas de ouro, 100 de prata e 140 de bronze, além de certificados de participação para todos os inscritos e todas as escolas participantes.

Maiores informações procurar o Professor Ivan.
Monte  sua equipe e  participe!  

FRASE DO MÊS

sexta-feira, 18 de maio de 2012

"No Brasil, todo governo deveria ser de oposição." Joel Silveira

Projeto Historiando com o lúdico II desenvolve ações

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Exposição de revistas
Ontem 09/05/2012, aconteceu a I exposição de revistas da Biblioteca Nacional de História na EEEP Santa Rita. A ação foi  realizada pelo "Projeto Historiando com o lúdico II: Uma experiência coletiva na reconstrução da cultura  de uma sociedade plural". Foram expostas 28 edições da revista, onde os alunos podiam fazer empréstimos. Em menos de 1h todas as revistas foram locadas. Durante a semana o projeto desenvolveu várias ações como aplicação de questionários com alunos dos primeiros anos, seminários sobre os regimes totalitários no Brasil e no mundo e a análise de imagens do período renascentitas. As ações foram orientadas pelo professor de história Ivan Pontes Júnior.
Análise de imagens do período renascentista

Aluna se inspira em temas históricos para compor poemas

A aluna Brana Kessy do 2° ano do curso de Meio Ambiente, vem se destacando nos trabalhos de história por escrever poemas. Confira uma de suas produções:
PERSEU E A CABEÇA DE MEDUSA
Danai  era uma princesa
Filha de Acrísio o rei de Argos
Numa bela manhã de sol
O rei resolve ir ao oráculo.
 
Quando o rei chega ao oráculo
Por ele logo é alertado
Que se danai gerasse um filho
Por seu neto seria assassinado.
 
O rei atemorizado
Coloca  danai numa torre de bronze
Para que a pobre menina
Não tivesse contato com  homens.
 
Toda a proteção  do rei
Então não funcionou
E durante uma chuva de ouro
Jupter a fecundou.
 
Como as leis não  foram cumpridas
Danai e seu filho Perseu o rei resolve expulsar
E os dois juntos numa arca
São levados pelo mar.
 
Chegando a ilha de serifos
Por um pescador são acolhidos
Que com toda a sua bondade
Os da comida e abrigo.
 
Quando se mostram recuperados
O  pescador os leva para
Ao rei os apresentar
Polidectes os da atenção e uma casa para morar.
 
Perseu  então cresce e se torna
E se torna um jovem forte bonito e esbelto
E  que protege a sua mãe
Dos assédios do rei Polidectes.
 
O  rei oferece um banquete
E  vários súditos são convidados
Que  como forma de agradecimento
Lhe oferecem vários cavalos.
 
Mas Perseu muito orgulhoso
Quer mostra sua bravura
E oferece a Polidectes
A cabeça de medusa.
 
O rei aceita a oferta
E  quer se aproveitar da situação
Vai tentar ficar com  danai
Enquanto Perseu estiver na missão.
 
Medusa é uma das três Gorgonas
E  era uma das mais belas
Foi transformada em serpente
Após provocar a deusa  minerva.
 
Após  se tornar a criatura horrenda
Numa caverna foi se refugiar
E   então convertesse  em pedra
Todo aquele que para ela olhar.
 
Hermes deus da inteligência
Atena  deusa da comunicação
São espíritos tutelares que
A Perseu ajudarão.
 
Atena lhe dá um escudo
E por ela Perseu é aconselhado
A não olhar para Medusa
Pois seria petrificado.
 
Ao chegar na caverna
Perseu encontra as irmãs de Medusa
Que possuíam um único globo ocular
Que servia de olho pras duas.
 
Em cima dessa vantagem Perseu se aproveita da situação
Arranca com a sua espada aquele grande e único olhão
E arranca suas cabeças
Que logo  logo vão ao chão.
 
Perseu muito cansado
Continua a sua jornada
E  escuta a voz de medusa
Que na caverna sussurrava.
 
 
Maldito pela morte de minhas irmãs
Muito  caro ira pagar
E como todos os outros
Você  então morrerá .
 
Perseu cego tonteado no escuro
Lembrou-se do conselho de Atena
Mire apenas no reflexo do escudo
Antes de a enfrentar.
 
Quando sua cabeça aparece no escudo
Perseu a corta sem errar o alvo
Depois  a ensaca
E vai embora a cavalo.
 
Quando o herói chega em Serifos
Polidectes  quer  atacá-lo
Mas Perseu mostra a cabeça de medusa
E ele é petrificado.
 
Com a morte de Polidectes
Perseu e sua mãe estão libertados
Agora nada os impede
De voltar ao país de Argos.
 
Perseu resolve participar de uns jogos de discos em Argos
O impulso do disco é tão forte que na plateia seu avô é acertado
E sem querer Acrísio é assassinado
E assim se cumpriu a profecia do oráculo.
 
 

Como a vodca criou a União Soviética

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ela se tornou o destilado mais popular do mundo. Mas, bem antes disso, derrubou o czarismo, foi arma política de Stálin e deflagrou o fim do socialismo na Rússia. Tudo sem nunca deixar de ser o orgulho - e a vergonha - de toda a nação.

por Felipe Van Deursen

O líder mongol Tokhtamich não acreditou no que estava vendo. Seus homens conseguiram sitiar Moscou, mas a cidade ainda não havia sucumbido. O descuido dos inimigos moscovitas o surpreendeu. "Alguns rezavam, enquanto outros pegavam hidromel dos depósitos dos boiardos e começavam a beber. Bêbados, ficaram ousados e subiram nas muralhas", anotou. No alto dos muros, começaram a xingar os oponentes tártaros. Ficaram dois dias assim. Bebendo e ofendendo. Até que, totalmente desnorteados, trôpegos e entorpecidos pelo álcool, acharam que a batalha cessara e abriram os portões, enganados pelos inimigos à espreita. Os mongóis saquearam e devastaram Moscou naquela noite de 23 de agosto de 1382. O próprio Tokhtamich atribuiu a vitória à bebedeira. Os russos tombaram, humilhados. A cidade foi queimada e milhares morreram.

Quase 7 séculos mais tarde, em 2011, o presidente Dmitri Medvedev anunciou um plano para quadruplicar a taxação sobre a vodca no país. O objetivo é não só aumentar a arrecadação de impostos sobre o produto como também combater o velho mal do alcoolismo na Rússia, onde a expectativa de vida é de 65,5 anos - menor até que a do pobre vizinho Cazaquistão.

Não é nem de longe a primeira vez que o governo se mete com o álcool. A vodca já foi monopólio estatal antes mesmo do socialismo. Acelerou a queda dos czares. Escancarou a fragilidade do Partido Comunista da União Soviética. Não importava se quem estava no comando era uma família real ostentadora ou um punhado de burocratas corruptos. Havia vodca na mesa. No trabalho. Nas manhãs congelantes. Quem ousou se meter com esse misto de orgulho e vício nacionais dificilmente passou incólume.
PRIMÓRDIOS BÊBADOS

A vodca é uma bebida de centeio, batata ou trigo que surgiu no final do século 15 com a popularização da tecnologia de destilar, ou seja, separar líquidos por meio da evaporação. A palavra "vodca", que evoca no imaginário algo forte, devastador, tem um significado quase irônico em russo: "aguinha". Mas o termo só se firmou no fim do século 19. Até então, tinha muitos nomes, como vinho de centeio e, atenção para a poesia, lágrima de cereal. Nessa época, ela já havia substituído havia muito tempo no coração e no fígado dos russos o hidromel, a antiga bebida fermentada que levou à derrota frente aos mongóis.

Em 1478, a Rússia, que começava a nascer como estado nacional, tirou o domínio da vodca da Igreja e criou um rentável monopólio sobre o produto. Até as tavernas pertenciam ao czar. No fim da década de 1850, 46% do orçamento do governo vinha da bebida. Esse era o Império Russo, um lugar onde a vodca dava mais dinheiro para o governo do que trens e ferrovias, o símbolo máximo da modernidade no século 19.

A época foi marcada também pelas mudanças implementadas no reinado de Alexandre II. Dois anos antes de Abraham Lincoln acabar com a escravidão nos Estados Unidos, ele libertou os 22,5 milhões de servos russos, em 1861. O czar lançou políticas econômicas mais progressistas e a indústria cresceu. A produção de vodca não estava nas mãos do Estado, mas da nobreza. Esse contexto favoreceu o fortalecimento dos primeiros grandes industriais do álcool, segundo a jornalista americana Linda Himelstein no livro O Rei da Vodca. O mais famoso deles era o ex-servo Piotr Smirnov, criador daquele que é hoje o destilado mais conhecido e consumido do mundo, a vodca Smirnoff.

A bebida já estava estabelecida no cotidiano dos russos. Pedro, o Grande, instituiu o gole punitivo em seu reinado (1682-1725), passatempo em que os atrasados a uma reunião eram supostamente forçados a entornar uma caneca de vodca. Àquela altura, os russos bebiam em negociações. Bebiam na colheita. Na falta de dinheiro, pagavam em bebida. Subornavam em bebida. A mulher entrou em trabalho de parto? Dê-lhe vodca. O recém-nascido não para de chorar? Vodca goela abaixo que é para acalmar. E o governo estimulava isso. Mesmo com o monopólio desativado desde o século 18, os impostos sobre o produto rendiam muito aos cofres públicos. Um terço das despesas estatais, incluindo todos os gastos militares em tempos de paz, era pago com o dinheiro da vodca.

Mas ela não era querida por todos. Pelo contrário. Além da Igreja, que desde que perdera o direito de produção tornara-se uma ferrenha opositora do álcool, havia grupos cada vez mais barulhentos que se levantavam contra os males causados pela bebida. O movimento da temperança crescia no fim do século 19 a fim de combater a já mundialmente notória embriaguez russa.


LEI SECA

"A vodca é uma bebida incolor que pinta seu nariz de vermelho e enegrece sua reputação." A frase é de Anton Tchekhov, um dos maiores autores russos de todos os tempos. Outro gênio da literatura fazia coro à oposição pública de Tchekhov à bebida. Filho de um alcoólatra, Fiódor Dostoievski escreveu que "o consumo de bebidas alcoólicas brutaliza o homem e o transforma em um selvagem". O outrora bêbado contumaz Leon Tolstoi escreveu sobre os malefícios do álcool e criou, em 1887, a Liga Contra a Embriaguez. Com o apoio de artistas desse porte, movimentos de temperança ganhavam força na sociedade, especialmente após a morte de Alexandre II, em 1881. Seu filho e sucessor, Alexandre III, não era tão liberal e não podia ignorar a crise do alcoolismo. Ele sancionou novas leis, como uma de 1885 que dizia que as tavernas só poderiam vender bebidas alcoólicas se também servissem comida. Alexandre III morreu de pneumonia em 1894, e seu filho Nicolau II deu passos mais largos rumo à centralização do comércio alcoólico. Em 1895, com o intuito de controlar a qualidade e a quantidade de álcool no mercado, restituiu o monopólio, o que, em um primeiro momento, rendeu bons frutos tanto para a saúde do povo como para os cofres públicos.

Mas no século 20 a situação se complicou para a família real. O país perdera a Guerra Russo-Japonesa, em 1905, ano em que uma série de rebeliões se espalhou pelo território. E o estigma da vodca não havia diminuído. Mais uma vez, a bebida atrapalhou o desempenho. Generais japoneses reconheceram que algumas vitórias ocorreram graças ao porre dos soldados russos. A posição do governo sobre o assunto gerava controvérsia. Havia campanhas pela sobriedade, mas, como a vodca era a principal fonte de renda do governo, na prática o consumo era estimulado. A pressão aumentou ano a ano. O país estava em crise, e Nicolau II, desacreditado. Mas, com a Primeira Guerra Mundial, em 1914, o povo voltou a se unir e apoiar o czar, que achava que a sobriedade era de suma importância no conflito. Para mobilizar a população, ele decretou a lei seca, a primeira do gênero na história. O czar queria livrar a Rússia do vício. E parecia que podia conseguir. "A população saiu da inércia bêbada para a sobriedade da noite para o dia", registrou o jornal americano The New York Times na época.

Os soldados ficaram prontos para a guerra na metade do tempo previsto. A embriaguez pública era algo raro. A criminalidade caiu. "Não se pode escrever sobre a mobilização russa ou o rejuvenescimento do império sem falar da proibição da vodca", disse o jornal inglês Times em 1915. "De um só golpe, libertou-se da maldição que paralisou a vida dos camponeses por gerações. Isso em si não é nada menos que uma revolução."

Entretanto, a proibição teve consequências nefastas. Os soldados estavam despreparados, havia poucos suprimentos. "A lei seca significou que o Estado perdeu um terço do orçamento, resultando em falta de botas e fuzis [no front]", lembra Patricia Herlihy, historiadora da universidade Brown, nos EUA, e autora de The Alcoholic Empire (inédito em português). Para tentar acelerar a economia, o governo imprimiu mais dinheiro, o que causou hiperinflação e mais descontentamento. "A defasada infraestrutura ferroviária dificultou o transporte de grãos para o norte. A produção de samogon, uma vodca ilícita [e muito mais prejudicial à saúde], cresceu. A falta de pão em São Petersburgo [Petrogrado à época] desencadeou a rebelião de mulheres, que tiveram apoio de soldados e estudantes para pedir a abdicação de Nicolau II", diz. Somem-se a isso um frio de -40 ºC no inverno e anos de descontentamento. "Há relação entre a proibição e a queda do czarismo", afirma. O cientista político americano Mark Schrad, autor de The Political Power of Bad Ideas (inédito em português), concorda. "Os tesouros mais cobiçados do Palácio de Inverno não eram os quadros na parede, mas as adegas imperiais", diz. A era dos czares acabou em 1917. "O quebrado governo bolchevique cogitou vender o estoque de vodca no estrangeiro, mas optou por destruí-lo para evitar insurreições bêbadas", diz Schrad. A vodca tinha criado um vício econômico que ajudou a derrubar o regime czarista. Mas o estigma social perdurava.


CONTRARREVOLUÇÃO

Os líderes da Revolução Russa condenavam o álcool e mantiveram a lei seca. Produção e venda ilegais de vodca eram crimes graves. Mas, em 1924, o estado soviético retomou a produção, dando início a uma nova era de monopólio. Na década de 1930, o líder soviético Josef Stálin mudou a postura antiálcool com objetivos políticos. Aumentou a produção e permitiu um consumo maior na camada da sociedade mais crítica a ele: artistas, jornalistas, arquitetos e outros profissionais liberais. "Com a ajuda do álcool, tentavam cortar a língua de críticos em potencial", escreveu o historiador russo W. V. Pokhlióbkin no livro Uma História da Vodca.

O governo conseguiu razoavelmente controlar o mal do alcoolismo nos primeiros anos do regime soviético. Mas aí veio a Segunda Guerra Mundial.

Em 1943, após a vitória sobre os nazistas na batalha de Stalingrado, o Exército Vermelho passou a dar uma ração diária de vodca aos soldados. No começo, quem não bebia podia optar por chocolate, mas em 1945 o hábito de beber voltou a ser tão comum entre as tropas que recusar a dose podia ser visto como insubordinação. "Toda a população masculina ativa da União Soviética estava no Exército", lembra Pokhlióbkin. Assim, o hábito de beber costumeiramente voltou com tudo. "Em meados da década de 1960, a embriaguez no serviço se tornou um fenômeno cotidiano", escreveu.

DÉJÀ VU

Uma das primeiras medidas de Mikhail Gorbachev quando assumiu o poder, em 1985, foi lançar uma forte campanha antiálcool. O problema, segundo os críticos, é que a medida mirou a produção de vodca, e não a questão de saúde pública. Fazendas foram dissolvidas e destilarias, quebradas. Mas a vodca ainda era monopólio estatal. Se há campanha contra a produção e o consumo, a renda do produto na forma de impostos, responsável por um quarto do orçamento, cai. Foi o que aconteceu. Novo fracasso contra o álcool. A produção de samogon voltou a crescer, detonando a saúde da população. "Na mesma época, o preço de outro produto-chave dos soviéticos entrou em colapso: o do petróleo", diz Schrad. Assim como 70 anos antes, imprimiram mais dinheiro, geraram uma nova superinflação e aceleraram o fim da URSS.

Hoje a vodca não tem um papel tão central na economia do país, representando de 2 a 5% do orçamento. "Além disso, na atual campanha antiálcool de Medvedev, parece que os russos aprenderam que práticas culturais não podem mudar simplesmente com medidas de choque", opina Schrad. "A classe média tem trocado vodca por vinho", diz Herlihy. "Algumas atitudes estão mudando. Mas aumentar o preço não resolve o problema. Só vai fazer com que as pessoas voltem ao samogon ou a qualquer coisa com álcool, como fluido de refrigerador."

O monopólio sobreviveu ao fim da URSS. Boris Yeltsin tentou, mas não conseguiu, acabar com ele. Nem a Rússia nem o presidente venceram a dependência do álcool. As bebedeiras de Yeltsin, morto em 2007, eram tão famosas que seu antigo chefe de segurança precisou negar uma afirmação feita em 2009 pelo ex-presidente americano Bill Clinton. Segundo Clinton, em 1995, Yeltsin, em visita oficial a Washington, foi visto de madrugada na rua, próximo à Casa Branca. Ele procurava por pizza. De cueca. Bêbado.

Por que os índios não têm barba?

sexta-feira, 20 de abril de 2012


Calma lá! Os índios têm pelos na cara, sim. Tá certo que são poucos, mas é possível encontrar índios de algumas tribos com bigodes e, mais raramente, alguns que usam barba. É o caso dos guatós, que vivem no Pantanal, no Mato Grosso do Sul, e hoje estão quase extintos. Mas eles são exceção. Em regra, existem três razões principais para que existam poucos índios barbados. Acompanhe:
1. Razão cultural
A maioria dos índios raspa os pêlos do rosto ou os arranca fio a fio (ui!) simplesmente por considerar a barba um troço anti-higiênico e antiestético.
2. Razão genética
A população indígena que vive atualmente no continente americano tem origem em povos que habitavam o norte e o centro da Ásia. "A ausência de barba é uma característica dos índios brasileiros que bate com a herança de seus ascendentes, os grupos asiáticos, que também têm poucos pêlos", diz o antropólogo Rui Morrieta, da Universidade de São Paulo (USP).
3. Razão ambiental
A barba nunca foi um "acessório" essencial para os índios que se estabeleceram em regiões tropicais, como é o caso do Brasil. Os pêlos, você sabe, servem para reter calor. Se nossos índios vivessem num clima frio, provavelmente eles ostentariam barbas espessas, como os nativos dos povos de origem européia. Já no nosso Brasil-il-il, um índio tipo Tony Ramos ou Lula passaria um bruta calor. Por aqui, os povos indígenas desenvolveram um outro mecanismo para não sofrer tanto com o clima local. "Do ponto de vista adaptativo, a falta de pêlos dos índios foi compensada por um escurecimento da pele para protegê-los do Sol", afirma Rui.

De onde veio a expressão "Ordem e Progresso" ?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012


por Thaís Sant’Ana
Ela foi inspirada em um lema do positivismo, corrente filosófica popular na época da criação da bandeira nacional, em 1889. Ela acreditava que a ciência era a única forma de progresso para a sociedade moderna. A frase original, cunhada pelo positivista Augusto Comte, era "o amor por princípio, a ordem por baixo e o progresso por cima". Já os outros símbolos foram herdados do estandarte na época imperial, mas ganharam novo significado. O retângulo verde, que passou a representar nossa natureza, antes remetia à Casa de Bragança (a família de dom Pedro I). O amarelo, hoje símbolo da riqueza mineral do país, era a cor da Casa de Lorena (da arquiduquesa dona Leopoldina, esposa de dom Pedro I). E o círculo azul era a esfera armilar, também presente na bandeira portuguesa do Império. Agora, indica nosso céu estrelado.

FELIZ ANO NOVO

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas ...
Que já têm a forma do nosso corpo ...
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares ...

É o tempo da travessia ...
E se não ousarmos fazê-la ...
Teremos ficado ... para sempre ...
À margem de nós mesmos..                                   Fernando Pessoa 

Alunos do 1° ano no Museu do Ceará

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

No dia 21 de dezembro- 2011, os alunos da EEEP Santa Rita, turmas de Informática, Meio Ambiente e Enfermagem - 1° ano, foram  a uma visita de estudo ao Museu do Ceará este possui um acervo bastante variado, resultado de compras e, sobretudo, de doações de particulares e instituições públicas. Entre moedas e medalhas, há quadros, móveis, peças arqueológicas, artefatos indígenas, bandeiras e armas. Há também peças de “arte popular” e uma coleção de cordéis publicados entre 1940 e 2000 (950 exemplares). Alguns objetos se referem aos chamados “fatos históricos”, como a escravidão, o movimento abolicionista e movimentos literários, como a famosa “Padaria Espiritual”, que entrou para a História da Literatura Brasileira com especial destaque. Trata-se de um acervo com mais de sete mil peças, que atualmente é trabalhado como veículo de reflexão sobre a Historia local integrada à História do Ceará, em seus aspectos culturais, econômicos e sociais. Muitas peças estão em exposição, organizadas em salas temáticas.
Além de concentrar um dos maiores e mais importantes acervos do Estado, o Museu do Ceará promove cursos, oficinas, palestras e publicações na área de museologia e História, visitas orientadas e capacitação para professores, destacando-se como um núcleo de ações educativas em parceria com a Universidade Federal do Ceará. Sua política cultural está consoante com os princípios da pedagogia de Paulo Freire. Tal projeto de atuação procura atender ao público diversificado que vai ao Museu: pesquisadores, estudantes da educação básica e superior, visitantes de Fortaleza e turistas do Ceará, do Brasil e de outros países. Especial atenção é dada ao trabalho com as visitas orientadas.

Exercícios

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1° ANO
Conteúdo: Império Bizantino
01)O que foi a Revolta de Nika?
02)Relacione as principais realizações bizantinas no campo da arte.
03)A cidade de Constatinopla, antiga Bizâncio, atualmente é chamada Istambul. Verifique em um atlas geográfico o mapa-mundi com a atual divisão política. Em que país essa cidade se localiza hoje? Faça uma pesquisa sobre as principais atividades econômicas nela desenvolvidas atualmente. Depois, compare a importância econômica dessa cidade hoje e enquanto foi sede do Império Bizantino.

2° ANO
Conteúdo: Expansão territorial e seus conflitos
01) A ação jesuítica contra a escravização dos índios não teve a mesma intensidade no que se referia aos africanos.Como essa diferença pode ser explicada? Pesquise.
02)Pesquise em atlas ou livros de geografia editados recentemente um mapa da atual distribuição da população no Brasil (densidade demográfica). Verifique a distribuição dos habitantes por km². A população está mais concentrada no litoral ou no interior? Em sua opinião por que isso acontece?

3° ANO
01) Leia o trecho abaixo, escrito pelo jesuíta Antonil, sobre a dependência dos senhores em relação ao trabalho dos escravos:
" Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda". (André João Antonil. Cultura e opulência do Brasil. op. cit. p. 89)
Em sua opinião, qual a importância,hoje, do trabalho humano nas indústrias, considerando que muitas das tarefas são desempenhadas por máquinas controladas a distância por programas de computador? Os trabalhadores, ainda que não mais escravos, continuam a ser "as mãos e os pés" da produção econômica? O que essencialmente, mudou?




Conheça um pouco mais o projeto vencedor da III Feira Reginal de Ciências: CONTO POPULAR, HISTÓRIA E FORMAÇÃO DE LEITORES II: DAS NARRATIVAS DO COTIDIANDO À PRODUÇÃO LITERÁRIA

terça-feira, 29 de novembro de 2011


Título: PROJETO CONTO POPULAR, HISTÓRIA E FORMAÇÃO DE LEITORES II: DAS NARRATIVAS DO COTIDIANDO À PRODUÇÃO LITERÁRIA

Autores:
Morganna Rangel Silva de Oliveira¹
Sarah Yarina Lima Carvalho Gonçalves¹
José Ivan Pontes Júnior ²

1 Alunas da EEEP Santa Rita
2 Professor de História da EEEP Santa Rita

INTRODUÇÃO:
Os contos, assim como as lendas, os mitos e as fábulas são tipos de narrativas originárias desde as mais antigas civilizações. Estes povos, através das histórias que contavam, passavam ensinamentos e preservavam sua cultura. Graças à tradição oral e mais tarde ao texto impresso, a arte de contar histórias foi passada de geração a geração, constituindo até os dias de hoje, importantes fontes de informações para entendermos a história das civilizações. Em cada país, surgiram novas modalidades de contos, regidos de acordo com a época e os movimentos artísticos que este momento histórico-cultural provocou e adquiriram forma literária e estética.

METODOLOGIA:
Tendo em vista a riqueza da cultura popular maranguapense e em especial os contos populares,o projeto ressalta a história memorialista e popular através dos contos onde o aluno se torna um agente histórico ao fazer parte desse vasto mundo de histórias . A perspectiva do trabalho é o resgate da memória ,da tradição e despertar o interesse pela pesquisa, pela história popular e leitura. O projeto acontece com a orientação de um grupo de professores. A produção dos contos é feito tendo em vista a realidade da cultura popular local. Os textos são corrigidos pelos professores de língua portuguesa, estes farão parte do livro que posteriormente será publicado.

RESULTADOS:
Maior interesse pela em conhecer e pesquisar a cultura local; Aquisição da plena habilidade e competências na compreensão e interpretação da escrita, bem como melhor desenvoltura na expressão oral ;Interação com outros projetos interdisciplinares; Criação de blog para que alunos e professores possam relatar suas experiências; Publicação do projeto no ambiente ThinkQuest ; Replicabilidade em outras instituições ; Empreendedorismo através da produção de um livro que terá como título: “DAS NARRATIVAS DO COTIDIANO À PRODUÇÃO LITERÁRIA: CONTOS MARANGUAPENSES”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Quando entramos no universo lúdico das pessoas, através de contos, é possível discutir temáticas mais amplas. Temas sociais e valores humanos são fundamentais para qualquer cidadão seja ele, criança, adolescente ou adulto. Desenvolvimento e direito humano, desigualdade, saúde, meio ambiente são alguns dos vários segmentos que serão abordados por nós e é a partir da descoberta desse mundo cheio de aventuras que conseguiremos atrair maior número de pessoas para as bibliotecas. Seres que tenham interesse em saber sobre a nossa história, sobre as nossas raízes e os nossos saberes que antigamente eram transmitidos através da oralidade e das rodas de conversa.

Palavras-chave: Conto Popular – Protagonismo – Empreendedorismo – Memória.

E-mail para contato: ivanpontes-jr@hotmail.com

Qual é a diferença entre a Igreja Católica e a Ortodoxa?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

         São muitas. Enquanto os católicos seguem fielmente o papa, os ortodoxos possuem maior independência: a única função do patriarca - o cargo mais alto em sua hierarquia - é manter a unidade da Igreja. As cruzes também não são iguais: a dos ortodoxos tem três barras. A de cima foi acrescentada por acreditarem que teria servido para a famosa inscrição INRI (abreviação de Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus).
        A de baixo teria recebido os pés de Cristo, pregados em separado e não juntos como crêem os católicos. Existem ainda outras diferenças ritualísticas (veja a tabela abaixo). Até o final do século X, as duas igrejas eram uma só, com os católicos de hoje radicados na Europa Ocidental e os ortodoxos ao leste, na Grécia e na Turquia. "A Igreja Ortodoxa surgiu com o objetivo de espalhar o Cristianismo pelo Oriente", afirma o teólogo Rafael Rodrigues da Silva, da PUC-SP. Com o tempo, as diferenças culturais criaram várias rusgas entre elas, como a que diz respeito à língua oficial dos cultos: os cristãos do Ocidente queriam o latim, enquanto os do Oriente não abriam mão do grego e do hebraico. A separação veio em 1054, no chamado Cisma do Oriente. Os ortodoxos questionavam a autoridade papal e não aceitaram a interferência de um cardeal enviado pelo papa Leão IX a Constantinopla, na Turquia. Resultado: o patriarca Miguel Cerulário foi excomungado pelo Vaticano.

Como era um banheiro na Antiguidade?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011


Banheiros no interior de casas começaram a surgir ainda no terceiro milênio antes de Cristo. Escavações arqueológicas mostraram vestígios dessas construções em cidades localizadas no oeste da atual Índia. No Ocidente, porém, a história do banheiro teve uma evolução bem diferente. Na Grécia do século 5 a.C., por exemplo, as residências não contavam com toaletes e os gregos preferiam mesmo era se aliviar ao ar livre. Isso ainda ocorria na Roma do início da era cristã, quando também era comum o uso de penicos. Mas, se não gostavam de banheiros privados, os romanos adoravam fazer suas necessidades em público, em construções comunitárias anexas a termas. A expansão do Império Romano levou esse conceito do banheiro público a outras partes do mundo antigo. Mas, quando a grande potência se enfraqueceu, a partir do século 5, esse tipo de construção caiu em desuso. Dentro das residências, os banheiros só começariam a se popularizar na Europa em 1668, quando o Comissariado de Polícia de Paris, na França, emitiu um decreto determinando que todas as casas construídas na cidade a partir dali deveriam ter esse importante cômodo.
Tem gente! Locais eram públicos e contavam com esgoto, mas a higiene era feita na raça Trono caprichado
Foi no Egito, em torno de 2100 a.C., que surgiram as primeiras latrinas usadas por pessoas sentadas, criando um padrão empregado até hoje. Cerca de mil anos depois, habitantes da ilha de Bahrein, no Golfo Pérsico, inventaram um mecanismo pioneiro de descarga hidráulica.
Tudo pelo cano
A civilização de Harappa, que viveu no oeste da Índia por volta de 2500 a.C., já tinha latrinas com água corrente. Elas eram ligadas a canais construídos com tijolos e faziam parte de um sistema sanitário que incluía câmaras e bueiros. Grandes complexos de esgoto seriam feitos nos primeiros anos da era cristã pelos romanos.
Ele & Ela
Na Roma antiga, os banheiros públicos, além de servir para reunir pessoas, também eram freqüentados tanto por homens como por mulheres. Só não há registros históricos precisos que apontem se latrinas lado a lado, por exemplo, eram compartilhadas por indivíduos de sexos diferentes.
Alívio coletivo
Os romanos implantaram banheiros públicos, associados às casas de banho. Era costume entre eles promover debates, banquetes e encontros cívicos em latrinas coletivas, instaladas em grandes bancadas de pedra. Embaixo delas passavam os canais de água corrente, usados para carregar os dejetos até rios distantes.
Limpeza difícil
Nos banheiros primitivos, não havia preocupação em oferecer ao usuário material para higiene íntima. O jeito era as pessoas se limparem com o que estivesse à mão, como água, grama e até areia! O papel higiênico só seria inventado em 1857, nos Estados Unidos, por Joseph Cayetty, que pela primeira vez lançou no mercado esses rolos de papel macio.

Gabarito oficial das verificações bimestrais de história

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

1°ANO
1-A 2-D 3-A 4-A 5-A 6-C 7-C 8-B 9-C 10-D
 
2°ANO
1- F-V-F-V 2-E 3-A 4-A 5-A

3°ANO (ENFERMAGEM E INFORMÁTICA)
1-C 2-D 3-E 4-B 5-E

Quem eram os bobos da corte?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

       Tudo indica que eram os melhores comediantes da sua época, a Idade Média. Ao contrário do que muita gente pensa, esses plebeus pagos para entreter a nobreza e a realeza não eram loucos, nem faziam parte do time de vítimas de deformidades físicas, como corcundas e anões, que muitas cortes adotavam como circo particular. "Os bobos da corte não eram nada bobos. Eles possuíam várias habilidades: versejavam, faziam malabarismos e mímica. Eram, principalmente, gente com talento, sabedoria e sensibilidade para divertir os outros", afirma o historiador Nachman Falbel, da USP.
      Principalmente nos séculos XIV e XV, o bobo fazia parte do grupo de artistas sustentados pelas cortes, junto com pintores, músicos e poetas. Quem melhor definiu sua posição junto aos poderosos foi o gênio do teatro inglês William Shakespeare (1564-1616), que destacou a figura dos bobos dando a eles papéis de grande importância em sua obra. "Em peças como Rei Lear e A Noite de Reis, o bobo é o mais esperto dos personagens. Ele tem licença para falar aquilo que ninguém mais ousa dizer", diz John Milton, professor de Literatura Inglesa da USP. A liberdade do personagem é tão grande que ele chega a criticar os próprios reis, com comentários ácidos e que divertem o público. "No teatro de Shakespeare, o público não ri dos bobos da corte, ri junto com eles", afirma Milton.

Projeto Historiando com o lúdico é premiado na V FECITEC

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O projeto Historiando com o lúdico, desenvolvido na EEEP Santa Rita e orientado pelo professor José Ivan Pontes Júnior participou da V FECITEC – a mais importante feira de ciências e tecnologia da região Norte/Nordeste/Centro-Oeste. O evento foi organizado pelo Núcleo de Divulgação Científica da Região Tocantina da Universidade Federal do Sul do Maranhão e ocorreu de 29 de agosto a 3 de setembro de 2011 na cidade de Imperatriz no Estado do Maranhão.
O projeto ficou em 3° lugar na categoria Ciências Humanas sendo credenciado para a II MCTEA que acontecerá de 27 a 30 de setembro em Igarapé-Miri-Pará.

Alunos da EEEP Santa Rita na 5ª fase da Olimpíada Nacional de História

A equipe “Santa Rita I”, composta pelos alunos Morganna Rangel Silva de Oliveira, Maria Crislane de Paula Cavalcante e Victor Lucas Amora Barreto, do 1º ano da Escola Estadual de Educação Profissional Santa Rita, segue firme na 5ª fase da “Olimpíada Nacional de História da Brasil”. O grupo conta com a orientação do professor José Ivan Pontes Júnior.

O evento, promovido pelo Museu Exploratório de Ciências da Universidade de Campinas (UNICAMP), teve um total de 16.385 equipes inscritas, compostas por estudantes e professores de história de escolas públicas e particulares de todo o Brasil. Das equipes inscritas, apenas 2.047 se classificaram para a 5ª fase da olimpíada.

A Olimpíada Nacional de História é uma oportunidade para que professores e alunos se aprofundem nas discussões didáticas e teórico-metodológicas da ciência histórica. As equipes são convidadas a se perceberem enquanto sujeitos históricos e construtores do conhecimento histórico. A profusão de documentos, que embasam todas as atividades da olimpíada, permite vislumbrar como se dá o ofício historiográfico e sua relevância na constituição de memórias, identidades, patrimônios e na reflexão sobre a exclusão social e cidadania no Brasil.

As cinco primeiras etapas da olimpíada serão realizadas na modalidade on-line. Ao fim da 5ª fase, as 300 melhores equipes do Brasil se classificarão para a final da competição, a ser realizada na Universidade de Campinas, em 15 de outubro de 2011.

Alunos apresentam seminário com o auxílio de maquetes

quinta-feira, 30 de junho de 2011



 Alunos dos segundos anos da EEEP Santa Rita apresentaram  de forma lúdica os seminários. As salas de aula foram divididas em quatro equipes, onde cada uma ficou com um capítulo diferente e terima que apresentar através de maquetes que representassem os capítulos: Início da colonização, Economia açucareira, Administração portuguesa e Igreja Católica e Condições da escravidão africana. Os alunos mostraram muito empenho, criatividade e conhecimento ao apresentarem os seminário. 







II FESTIVAL DA MITOLOGIA GREGA

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Durante o mês de junho acontecerá na EEEP Santa Rita o II Festival da Mitologia Grega, os alunos do 1°ano das turmas de Enfermagem,Informática e Meio Ambiente apresentarão de diferentes maneiras (teatro, paródia, cordel, quadrinhos) diversos mitos da mitologia grega.
É válido destacar que a Mitologia grega é o estudo dos conjuntos de narrativas relacionadas aos mitos dos gregos antigos, de seus significados e da relação entre eles e os povos — consideradas, com o advento do cristianismo, como meras ficções alegóricas. Para muitos estudiosos modernos, contudo, entender os mitos gregos é o mesmo que lançar luz sobre a compreensão da sociedade grega antiga e seu comportamento, bem como suas práticas ritualísticas. O mito grego explica as origens do mundo e os pormenores das vidas e aventuras de uma ampla variedade de deuses, deusas, heróis, heroínas e outras criaturas mitológicas.


Projeto Movie takes: a magia do cinema em sala de aula

terça-feira, 14 de junho de 2011



No dia 03 de junho os alunos do 3° ano de Informática assistiram o filme Olga, o filme retrata uma grande história de amor, em todos os sentidos: a luta; os ideais; o marido; a maternidade. Da infância burguesa na Alemanha à morte numa das câmaras de gás de Hitler, as imagens retratam a alma de uma revolucionária que descobriu o amor e a crueldade no Brasil, onde Olga Benário casou-se com Luís Carlos Prestes, engravidou e foi entregue por Getúlio Vargas aos nazistas. O filme trabalhado  é uma das ações inseridas no projeto Movie takes: a magia do cinema em sala de aula.